TV de Plasma ou Cristal Líquido (LCD – Liquid Cristal Display): Qual sua preferência? No início, a escolha era simples: o plasma servia para telas maiores (mais de 42 polegadas) e o LCD, para as menores. Atualmente é possível produzir telas de LCD maiores. No Brasil, os displays de plasma têm 42 polegadas ou mais; os de LCD, de 17 a 40 polegadas. E agora? Como fica a escolha? Conheça aqui características importantes dessas telas que, hoje, representam 0,6% do mercado brasileiro de televisores. Um percentual pequeno? Sim, mas que representa um crescimento de 500% em relação ao ano de 2004. É a TV Digital substituindo, aos poucos, a TV Analógica. TV Plasma Definição As telas de plasma possuem um gás que, ao passar por um processo de ionização, assume o estado de plasma. O plasma gera raios ultravioletas, que atingem a superfície externa da tela, formando a imagem. Resolução da imagem As imagens são de boa qualidade, mas, a rigor, não podem ser consideradas de alta definição. Há várias TVs de plasma de 42 polegadas com resolução de 852 x 480 pixels (480 linhas horizontais), e para ter uma boa qualidade, teriam que ter resolução de 720 linhas horizontais. São poucos os displays de plasma com alta definição à venda, mas custam mais caro. Pontos Positivos Cores mais vibrantes; Pontos Negativos Alto consumo de energia;
TV LCD Definição TVs de LCD têm uma lâmpada de luz branca (backlight), cuja luminosidade é filtrada pelos cristais líquidos da tela. Resolução da imagem Nas TVs de LCD com 32 polegadas, as telas já são de alta definição. Pontos Positivos São mais leves; Pontos Negativos Rastros na imagem em cenas muito rápidas, os chamados “fantasmas”. Esses rastros são instantâneos, não mancham e não queimam a tela, mas incomoda bastante. Isso ocorre, também, porque o sinal é analógico. Nas novas gerações de aparelhos, a diminuição dos intervalos entre os pulsos de luz nas telas de LCD espantou os “fantasmas”. Notas: 1- Tanto o Plasma quanto o LCD podem ter pixels mortos (dead pixels), um problema que acontece quando pontos digitais da tela deixam de funcionar. Para verificar se há pontos defeituosos, deve-se analisar a tela com uma imagem totalmente branca ou preta. Um número elevado de pixels mortos prejudica a homogeneidade da imagem exibida. Opinião da mídia e de quem entende do assunto: “Afora o preço, a TV de plasma não é a mais adequada para qualquer consumidor. Varia pelo uso: para games, TV aberta e computador não é o melhor. Para Copa do Mundo depende.” (Webinsider) “As TVs de LCD podem até parecer mais caras, mas estão realmente prontas para a TV de alta definição (HDTV)”, diz Rogério Molina, da Samsung. (entrevista no O Estadão) Segundo a gerente de produtos da LG, Fernanda Summa, o recomendado pela empresa é que “ninguém assista nada com tarjas pretas por mais de uma hora na TV de plasma, pois além desse tempo, a tela pode realmente ficar marcada pelo burn-in”. (Webinsider) Devido à própria tecnologia em si, a TV de plasma é moldada para exibir na tela o que tem de melhor somente quando o sinal é digital. No Brasil, os programas da TV nos canais abertos chegam em sinal analógico. Resultado: ao assistir aos canais abertos no aparelho de plasma, você verá riscados, granulados e uma imagem perceptivelmente inferior, às vezes pior do que na sua antiga TV comum de 20 polegadas. (...) Nos filmes em DVD, que são digitais, não há problema e a imagem é verdadeiramente boa. (Webinsider) De acordo com a gerente de produtos da LG, Fernanda Summa, alguns modelos novos possuem recursos para amenizar o burn-in, mas é impossível evitar por completo. “O plasma tem uma restrição da própria tecnologia de não deixar uma imagem estática muito tempo na tela, como as tarjas pretas laterais”, explica. Ela acha que “quem compra uma TV assim, tem que estar preparado para usar o formato widescreen, mesmo que deforme um pouco a qualidade da imagem nos canais abertos. Mas para filmes em DVD, a imagem fica perfeita”, garante. (Webinsider) O gerente de produtos de áudio e vídeo da Samsung, Rogério Molina, reforça que cada caso precisa ser analisado pela assistência. Molina garante que os novos modelos da fabricante não sofrem com o burn-in, mas reconhece que os modelos anteriores, sim, são bem mais suscetíveis ao defeito. “É uma restrição da tecnologia, o consumidor precisa saber o quê está comprando”. (Webinsider) “TV de plasma tem imagem ótima. Mas se o aparelho não é só para DVD, saiba que imagens da TV aberta não ficam tão bem e as tarjas pretas e logotipos podem manchar a tela”. A verdadeira recompensa, porém, virá daqui a alguns anos, quando as emissoras começarem a gravar e a transmitir programas em um sinal ainda melhor, conhecido como 1080p HDTV. Quando esse dia chegar, a nitidez da imagem nos aparelhos de cristal líquido será muito maior do que a dos aparelhos de plasma. De modo geral, as telas de cristal líquido também duram mais. Além disso, elas consomem menos eletricidade do que o plasma. (Link / O Estadão) O fato é que o plasma ainda é superior ao cristal líquido em alguns aspectos, sobretudo no preço. Os aparelhos da Sharp e da Samsung, de 45 e 46 polegadas respectivamente, custam US$ 6.100 e US$ 6.200 na internet e cerca de US$ 8.000 no varejo. Com esse dinheiro, é possível comprar um televisor de plasma de 50 polegadas e ainda economizar US$ 1.000 para a pipoca. A imagem na tela de cristal líquido é mais nítida do que no plasma, e as cores são mais vibrantes. Além disso, a reprodução na tela de cristal líquido é muito melhor do que no plasma em ambientes iluminados. Entretanto, algumas pessoas dizem que as cores da TV de plasma são mais próximas da realidade e que o preto é mais preto. (Link / O Estadão) Ambas são tecnologias que permitem a fabricação de telas bem finas, com cerca de 10 cm de profundidade. Como todas as telas coloridas, as imagens são formadas por pequenos pontos chamados de pixels. Cada pixel emite luz vermelha, verde e azul em diferentes proporções, criando milhões de cores. Nas telas de plasma, células preenchidas com gás emitem muita luz e produzem imagens com muito brilho. Porém as cores escuras ficam mais apagadas. Nas telas de LCD, partículas de cristal líquido filtram a luz vinda de uma lâmpada na parte posterior do aparelho e mudam a cor dessa luz: o resultado são imagens com muita fidelidade de cor. Como todo aparelho eletrônico, essas novas telas têm uma vida útil limitada, embora bastante extensa. Os aparelhos de plasma têm vida útil média de 30 mil horas - ou mais de 13 anos funcionando 4 horas por dia. Já os LCDs duram cerca de 60 mil horas. (Casa Claudia) Alguns modelos, os chamados monitores, não são equipados para receber sinais de TV aberta e precisam de um sintonizador, embora captem sem problemas a imagem da TV a cabo. A maioria das telas planas disponíveis atualmente no Brasil já vem com um sintonizador embutido e dispensam o acessório. Aparelhos importados precisam de um conversor para o Pal-M, o sistema de transmissão aberta usado no Brasil. (Casa Claudia) Existem dois fatores que determinam se um aparelho está equipado para exibir sinais em alta definição. Para ser considerada um equipamento HDTV, sua tela deve ser capaz de mostrar 1280 x 720 pixels com progressive scan ou 1920 x 1080 no modo normal e ter a proporção 16:9 - características presentes em quase todos os aparelhos de plasma e LCD no mercado. Além disso, a TV deve ser capaz de receber sinais de TV digital no padrão usado no país. A maior parte dos televisores HDTV vendidos no Brasil são equipados com o padrão americano. Se o sistema escolhido for o europeu ou o japonês, esses aparelhos precisarão de um conversor para captar os sinais da TV digital brasileira. (Casa Claudia) A Sony tem metade do mercado mundial de LCD, o que há de mais avançado em matéria de televisão. A nova tecnologia supera a moderníssima TV de plasma, com cores mais nítidas, maior brilho, melhor resolução e contraste, além de consumir metade da energia. (Revista Isto É) (...) Outra vantagem do monitor de plasma é ser quase imbatível no tamanho de tela, chegando a mais de 60”. Maior que isso, só pelo esquema de cinema: com projetor e tela. (Editora Europa) |